Izalci Lucas destaca competência de Flávio Bolsonaro para 2026 e cobra foco no “mundo real” da economia

Senador participou do programa O Grande Debate, da CNN, e elogiou o amadurecimento político do filho de Jair Bolsonaro

Em participação no programa O Grande Debate, da CNN Brasil, o senador Izalci Lucas (PL-DF) analisou o cenário político para 2026 e criticou a condução econômica do país feita por Lula. Izalci destacou a viabilidade do nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a sucessão presidencial, ressaltando sua capacidade de articulação e o amadurecimento político necessário para unificar o setor produtivo e a oposição.

“O Flávio será o nosso próximo presidente. Tive o privilégio de atuar com ele nesses últimos anos e vejo sua competência e capacidade de articulação”, afirmou o senador. “Ele é o candidato natural e terá o apoio de grandes lideranças nas eleições, como o governador Tarcísio de Freitas”, ressaltou.

Sobre a economia, Izalci rebateu o otimismo do governo ao apontar que o brasileiro vive em um “mundo real” de juros altos, mais impostos, endividamento e preços elevados. Segundo o senador, com cerca de 80% dos trabalhadores do Distrito Federal endividados, a percepção de melhora não chega ao supermercado nem às farmácias, fruto de uma “política que prioriza ações eleitoreiras em vez de um plano de nação sustentável”.

No campo da segurança pública, Izalci se posicionou contra a centralização de poder proposta pela “PEC da Segurança”, defendendo que a solução reside na integração de inteligência entre os estados e não na criação de novas estruturas federais. Para ele, o combate eficaz à criminalidade deve ser aliado ao investimento em educação profissional, garantindo oportunidades aos jovens.

Izalci também manifestou preocupação com a política externa brasileira, criticando a aproximação do Palácio do Planalto com regimes autoritários, como a recente ligação feita por Lula ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para tratar sobre a Venezuela. Ele classificou a postura diplomática atual como ideológica e prejudicial à imagem do Brasil perante parceiros democráticos estratégicos.