“Meus projetos mudam a vida das pessoas para melhor”, afirma Izalci
Candidato a deputado federal destacou iniciativas de sua trajetória e afirmou que o trabalho realizado na vida pública deve gerar oportunidades e melhorar a vida da população
Em encontro com apoiadores nesta segunda-feira (21), no escritório político localizado no SIA, o candidato a deputado federal Izalci Lucas (PL-DF) destacou que sua trajetória de 30 anos na vida pública é marcada por projetos que produziram resultados concretos na vida da população do Distrito Federal.
Ao falar sobre iniciativas de sua autoria, como o Cheque-Educação, o DF Digital, o Bolsa Universitária e programas de qualificação profissional, como o MetaLab, que oferece cursos gratuitos de marketing digital, Izalci afirmou que o principal objetivo de sua atuação sempre foi criar oportunidades e transformar, para melhor, a realidade das pessoas.
“Todos os meus projetos têm esse objetivo de mudar a vida das pessoas para melhor. E todos eles fizeram isso: desde o Cheque-Educação, o DF Digital e o Bolsa Universitária até os cursos de qualificação profissional. Tudo isso muda a vida das pessoas para melhor”, afirmou.
Izalci também ressaltou outras ações de sua trajetória, como a participação na aprovação da Lei de Regularização Fundiária Rural e Urbana (Lei nº 13.465/2017), ao acrescentar 26 emendas ao texto. Algumas das medidas permitiram desde escrituras e terrenos gratuitos para famílias de baixa renda que vivem em áreas de interesse social até descontos que chegaram a 42% no valor dos lotes. “Aprovamos a regularização fundiária. É um sonho de todo mundo em Brasília querer ter a escritura”, disse.
Ao final do encontro, Izalci agradeceu o empenho dos apoiadores e reforçou a necessidade de levar esse histórico ao maior número possível de pessoas na reta final da campanha. Segundo o candidato, a eleição representa também uma oportunidade de dar continuidade a um projeto político baseado em educação, qualificação, ciência, tecnologia e geração de oportunidades. “É muito importante mostrar para as pessoas o que fizemos, porque muita gente ainda não sabe”, concluiu.

