Izalci Lucas aponta caminho para o país retomar o crescimento: “Esperança é eleger Flávio Bolsonaro”

Durante almoço da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, senador destacou os desafios fiscais do país e a importância da competitividade da indústria nacional

O senador Izalci Lucas (PL-DF) participou, nesta quarta-feira (8), de um almoço promovido pela Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC), no Lago Sul, que contou com a presença do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. Durante o encontro, Izalci fez um alerta sobre a atual conjuntura econômica brasileira, destacando a complexidade da dívida pública e os entraves que impedem o país de alcançar um patamar mais elevado de desenvolvimento.

Na avaliação do senador, o país necessita de uma gestão que priorize o crescimento sustentável e a eficiência administrativa. “Então, esqueça produtividade com esse governo que está aí. A nossa salvação, a nossa esperança, é realmente eleger Flávio Bolsonaro (PL-RJ)”, afirmou.

Izalci criticou a postura do atual governo federal diante das reformas consideradas necessárias e argumentou que a atual gestão tem negligenciado a produtividade nacional. Segundo o senador, o país precisa de uma mudança de rumo urgente para garantir a retomada do crescimento econômico e assegurar melhores condições para o setor privado.

Para ele, a política econômica atual cria um cenário de desvantagem para o setor produtivo nacional, dificultando a concorrência com produtos importados, especialmente os provenientes da China, em razão da diferença na carga tributária e nos custos operacionais. O senador enfatizou que, para reverter esse quadro, é fundamental que o Brasil discuta seriamente sua competitividade, buscando medidas que estimulem a indústria nacional e reduzam o chamado custo Brasil.

Izalci também chamou a atenção para o elevado nível de endividamento das contas públicas e para o impacto dos juros. “Nós estamos chegando a uma dívida de R$ 10 trilhões. O juro médio chega a 12% ao ano. Ou seja, nós vamos pagar, vamos incorporar, mais R$ 1,2 trilhão. É o dobro do que se investe em educação, saúde e segurança”, alertou.