Senador Izalci Lucas reforça discurso sobre o Cheque-Educação como ferramenta de inclusão escolar
Parlamentar defende uso de meios digitais para ampliar acesso à educação e dar autonomia às famílias brasileiras.
Em defesa do direito à educação e da liberdade de escolha das famílias, o senador Izalci Lucas propôs o fortalecimento do Cheque-Educação, política pública que ofereceu apoio financeiro para que famílias de baixa renda pudessem matricular seus filhos em instituições de ensino particulares quando não havia vagas disponíveis na rede pública.
Segundo Izalci, o programa representava mais do que um auxílio financeiro: focava em estratégia de inclusão social. “Não podemos aceitar que crianças fiquem fora da escola por falta de estrutura do Estado. O Cheque-Educação é uma solução real e imediata para garantir esse direito fundamental”, afirmou o senador.
O modelo é visto como alternativa viável também para o setor público, principalmente em regiões com déficit de vagas na rede pública. O programa permitia que as famílias escolhessem escolas credenciadas, com o valor das mensalidades custeado, total ou parcialmente, pelo Estado.
Izalci defende ainda que o modelo seja modernizado por meio de tecnologias como o Pix, para garantir eficiência, agilidade e segurança nas transferências. “Com a tecnologia que temos hoje, é possível garantir esse apoio de forma direta, rápida e transparente, sem burocracia. Precisamos colocar as famílias em primeiro lugar e permitir que escolham o que é melhor para seus filhos”, pontuou.
Mesmo com a queda no uso de cheques físicos, o senador acredita que o conceito do Cheque-Educação continua atual e pode ser adaptado aos novos tempos com ferramentas digitais. “O nome pode mudar, mas o que importa é o objetivo: assegurar educação para todos e dar autonomia às famílias brasileiras”, disse.
Izalci também lembrou que o Cheque-Educação serviu de inspiração para o Programa Universidade para Todos (Prouni),criado pelo Governo Federal para ampliar o acesso ao ensino superior.
O parlamentar reforçou que o benefício era voltado prioritariamente para famílias em situação de vulnerabilidade social. “O Estado tem o dever de garantir educação a todos. Quando ele não consegue suprir essa demanda com vagas públicas, precisa oferecer alternativas eficazes. O Cheque-Educação é uma dessas alternativas”, concluiu.

