Izalci Lucas celebra quebra de sigilo do Lulinha na CPMI do INSS: “Vemos o desespero da base do governo”
Sessão foi marcada por confusão causada por parlamentares governistas, em que foram aprovados 87 requerimentos
Em uma sessão marcada por brigas causadas por parlamentares da base governista, o senador Izalci Lucas (PL-DF) celebrou o avanço dos trabalhos na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A principal conquista foi a aprovação de 87 requerimentos para convocações e quebras de sigilos fiscal e bancário, entre eles, de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
“Vemos o desespero da base do governo, que tentou durante todo esse período blindar vários atores”, declarou Izalci Lucas. “Apesar dos absurdos, até mesmo com soco, essa é uma vitória do povo brasileiro, principalmente dos aposentados e pensionistas” , ressaltou.
Para Izalci, a medida é fundamental para esclarecer as conexões financeiras de um esquema que ele classifica como uma “roubalheira” contra a população. “Nós estamos tranquilos e vamos receber, com certeza, essa quebra de sigilo. É importante para o país saber, realmente, quem comandava essas operações, essa roubalheira nos aposentados e pensionistas”, afirmou o senador.
Izalci também apontou que as investigações agora entram em uma fase crítica: a apuração de irregularidades em empréstimos consignados, que envolveriam valores bilionárias e supostas fraudes digitais sem a devida documentação. “Eles estão desesperados porque agora vamos chegar no ‘ovo da serpente’, onde começou todo o roubo do consignado brasileiro”, alertou Izalci, referindo-se a operações originadas na Bahia.
Mesmo diante da confusão generalizada na CPMI, Izalci reforçou que o regimento interno foi seguido e que a maioria prevaleceu na votação dos 87 requerimentos. O senador reiterou que o objetivo final é a transparência e a responsabilização dos envolvidos.
“O que não falta é prova, é documento, para botar essa turma toda na cadeia. Precisamos dar transparência para a população brasileira, principalmente para os aposentados”, concluiu o senador.

