Projeto de Izalci busca reduzir inadimplência do FIES com contrapartida social dos estudantes

postado em: junho 12, 2025por: Tags: ,

Diante da crescente inadimplência no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), o senador Izalci (PL-DF) apresentou uma proposta inovadora que alia justiça social, valorização da educação e eficiência no gasto público. O Projeto de Lei nº 1.278, de 2019, cria um novo modelo de financiamento estudantil, baseado na concessão de bolsas com contrapartida em serviço público.

“Estou muito preocupado com a alta inadimplência do FIES. Apresentei um projeto como alternativa viável e justa para enfrentar esse problema. Quero valorizar quem ‘devolve’ ao Estado o investimento que recebeu, por meio do trabalho no serviço público”, explicou o senador.

Como funciona a proposta

O projeto oferece bolsas integrais e parciais para estudantes de graduação e cursos sequenciais em instituições privadas de ensino superior. Em troca, o beneficiado retribui à sociedade com seu trabalho:

  • Atuando como monitor nas redes públicas de ensino, ou

  • Trabalhando em órgãos públicos relacionados à sua formação acadêmica.

Objetivos do PL 1.278/2019

  • Reduzir a inadimplência no financiamento estudantil;

  • Garantir a continuidade dos estudos para quem mais precisa;

  • Aprimorar a formação profissional dos jovens por meio da experiência no setor público;

  • Reduzir os gastos do Estado com inadimplência e ampliar o acesso ao ensino superior sem gerar novas dívidas.

Um ciclo virtuoso para a educação

A proposta cria um modelo em que todos ganham:

  1. O Estado investe na formação de estudantes;

  2. O estudante retribui com trabalho qualificado;

  3. A sociedade é beneficiada com serviços públicos de qualidade.

Inspiração real: Bolsa Universitária no DF

O projeto tem como base o bem-sucedido Programa Bolsa Universitária, implementado no Distrito Federal quando Izalci foi secretário de Ciência e Tecnologia. O modelo já demonstrou ser eficaz ao:

  • Combinar formação profissional com responsabilidade social;

  • Promover inclusão educacional;

  • E reduzir a inadimplência de forma prática e eficiente.

“Mostramos, na prática, que é possível buscar soluções que combinem formação profissional, responsabilidade social e redução da inadimplência”, concluiu o senador.