Projeto de Izalci busca reduzir inadimplência do FIES com contrapartida social dos estudantes
Diante da crescente inadimplência no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), o senador Izalci (PL-DF) apresentou uma proposta inovadora que alia justiça social, valorização da educação e eficiência no gasto público. O Projeto de Lei nº 1.278, de 2019, cria um novo modelo de financiamento estudantil, baseado na concessão de bolsas com contrapartida em serviço público.
“Estou muito preocupado com a alta inadimplência do FIES. Apresentei um projeto como alternativa viável e justa para enfrentar esse problema. Quero valorizar quem ‘devolve’ ao Estado o investimento que recebeu, por meio do trabalho no serviço público”, explicou o senador.
Como funciona a proposta
O projeto oferece bolsas integrais e parciais para estudantes de graduação e cursos sequenciais em instituições privadas de ensino superior. Em troca, o beneficiado retribui à sociedade com seu trabalho:
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Atuando como monitor nas redes públicas de ensino, ou
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Trabalhando em órgãos públicos relacionados à sua formação acadêmica.
Objetivos do PL 1.278/2019
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Reduzir a inadimplência no financiamento estudantil;
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Garantir a continuidade dos estudos para quem mais precisa;
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Aprimorar a formação profissional dos jovens por meio da experiência no setor público;
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Reduzir os gastos do Estado com inadimplência e ampliar o acesso ao ensino superior sem gerar novas dívidas.
Um ciclo virtuoso para a educação
A proposta cria um modelo em que todos ganham:
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O Estado investe na formação de estudantes;
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O estudante retribui com trabalho qualificado;
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A sociedade é beneficiada com serviços públicos de qualidade.
Inspiração real: Bolsa Universitária no DF
O projeto tem como base o bem-sucedido Programa Bolsa Universitária, implementado no Distrito Federal quando Izalci foi secretário de Ciência e Tecnologia. O modelo já demonstrou ser eficaz ao:
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Combinar formação profissional com responsabilidade social;
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Promover inclusão educacional;
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E reduzir a inadimplência de forma prática e eficiente.
“Mostramos, na prática, que é possível buscar soluções que combinem formação profissional, responsabilidade social e redução da inadimplência”, concluiu o senador.

