Izalci Lucas defende o Terceiro Setor e reforça importância da organização comunitária em Ceilândia
Senador propõe resgate de lideranças comunitárias e capacitação para melhorar a gestão local nas regiões administrativas
O senador Izalci Lucas (PL-DF) participou nesta segunda-feira (22) do circuito “Bate-Papo 3° Setor”, realizado em Ceilândia. Durante o encontro, ele destacou a importância vital das organizações da sociedade civil e das instituições religiosas para o suporte e desenvolvimento das comunidades do Distrito Federal.
O evento reuniu representantes de várias instituições do Terceiro Setor e entregou desde certificados de participação a um prêmio de R$ 1 mil ao influenciador social de maior destaque do encontro, em reconhecimento ao impacto social e fortalecimento das comunidades em Ceilândia por meio da comunicação.
Segundo Izalci, a atuação dessas entidades é um pilar indispensável para a população. “Na Ceilândia, o trabalho do Terceiro Setor faz toda a diferença. São pessoas e organizações que atuam onde muitas vezes o Estado não chega. Em um DF abandonado, eles são fundamentais para ajudar o cidadão”, afirmou o senador.
Com o objetivo de fortalecer a organização local, o senador defendeu o resgate do modelo de “prefeituras de quadra”. A proposta prevê que cada quadra conte com uma associação formalizada, via CNPJ e vinculação ao Terceiro Setor, para atuar de forma articulada com o poder público, retomando um histórico de apoio e escuta direta às demandas das lideranças comunitárias.
Para apoiar essa estrutura, Izalci anunciou o lançamento de um curso de formação de líderes comunitários, realizado em ambiente virtual. A iniciativa busca resgatar o “espírito de pertencimento” entre os moradores, incentivando o cuidado ativo com os próprios bairros e a participação cidadã.
O senador também reforçou a importância do projeto “Vizinhos Protegidos”, uma iniciativa que capacita moradores para atuarem em parceria com a Polícia Militar na prevenção de crimes. O programa orienta a comunidade a identificar e reportar atividades suspeitas, reforçando a segurança coletiva nas regiões administrativas.

