Izalci marca presença em manifestações de 7 de Setembro para defender a democracia: “Fora Lula e fora Moraes”
Milhares de apoiadores se mobilizaram em frente ao Banco Central e no estacionamento da Funarte próximo a Torre de TV
O candidato a deputado federal Izalci Lucas (PL-DF) participou, nesta segunda-feira (7), de duas manifestações no feriado da Independência do Brasil, realizadas em frente ao prédio do Banco Central e no estacionamento da Funarte próximo a Torre de TV, em Brasília (DF). Os atos reuniram milhares de apoiadores, lideranças políticas e religiosas em defesa das liberdades individuais, do equilíbrio entre os Poderes, contra o governo Lula e pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
As mobilizações ocorrem em meio às novas revelações envolvendo o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que ampliaram os questionamentos sobre sua atuação. Durante os atos, Izalci enfatizou a importância de a população cobrar o devido respeito às instituições e a independência entre os Poderes.

Para Izalci, a mobilização popular é a ferramenta mais eficaz para pressionar o Congresso Nacional a retomar o protagonismo constitucional e agir com rigor na fiscalização. “A população tem que sair do sofá, vir à rua para se manifestar. É inadmissível o que está acontecendo no STF, com todos os escândalos. E fora Lula e fora Moraes”, declarou.
Na ocasião, também elogiou a postura do ministro André Mendonça, do STF, e criticou as tentativas de manobras legislativas para incluir pedidos de impeachment de Mendonça no Senado. “É uma grande piada de mau gosto. O Mendonça está fazendo realmente o seu trabalho. Quem desvendou, quem colocou o segredo não foi ele. Foi o próprio celular do Moraes”, afirmou.
Próximo a Torre de TV, Izalci defendeu o fortalecimento do Legislativo por meio da eleição de nomes comprometidos com a autonomia parlamentar e sem receio de exercer o papel fiscalizador garantido pela Constituição Federal. Para ele, o resgate do equilíbrio institucional passa diretamente por um Senado mais forte e independente. “Dia 4 de outubro, nós temos que colocar senadores que não tenham rabo preso, que sejam independentes e que votem aquilo que é necessário votar”, reforçou.

